Curitiba cresce sim, a cada dia mais veículos estão sendo emplacados e colocados nas ruas. Mas a solução não está em proibir o tráfego através de artifícios monetários ou de circunstância, que são paleativos e não eficazes. Esta ação é usada somente quando não há mais saída através do planejamento urbano. Na prática, o pedágio urbano acaba por favorecer pessoas com condições para absorver este novo custo diário, penalizando a população de menor renda e, principalmente, quem depende para estudar ou trabalhar no centro da cidade. Com relação ao rodízio, acaba incentivando e favorecendo aqueles com maior poder aquisitivo, induzindo a compra de um segundo veículo com placa diferente, “burlando” assim a legislação e a verdadeira efetividade do programa implantado, tendo pouco reflexo no fluxo de trânsito.